Tipos de plataforma de e-commerce

12 de ABR, 2019 por Pablo Ribeiro

Fique de olho neste artigo e conheça as particularidades de cada plataforma e como escolher a mais adequada para o seu negócio.

Primeiramente, é preciso saber que plataforma de e-commerce é o sistema que possibilita criar e gerenciar uma loja virtual, incluindo todas as funções que fazem parte diariamente de um comércio eletrônico.

Uma dúvida frequente entre os empreendedores digitais de primeira viagem é como montar uma loja virtual. Além de pensar em soluções de logística, formas de pagamento e marketing, também é necessário se informar bem antes de dar um dos passos mais importantes da fase inicial de desenvolvimento de uma loja on-line: a escolha de uma plataforma de e-commerce que atenda às necessidades técnicas do projeto.

A inclusão de produtos, a administração do estoque e eventuais manutenções de preços, por exemplo, são funções executadas através da plataforma. Portanto, é preciso entender quais as diferenças entre os tipos de de plataforma de e-commerce que estão disponíveis no mercado, para então descobrir se eles te satisfazem.

Tipos de plataforma de e-commerce

Loja virtual não é tudo igual! Para atender cada tipo de empreendimento – e também cada tipo de gestor – existem diferentes plataformas, com particularidades que vão desde preço à facilidade no manuseio das funções. Confira, a seguir, os 4 tipos de plataforma de e-commerce disponíveis no mercado atualmente.

Plataforma Open Source

Open Source quer dizer Código Aberto, ou seja, um código-fonte que, na maioria das vezes, é gratuito e que pode ser adaptado. No caso específico de uma plataforma de e-commerce Open Source, o lojista pode fazer alterações em relação ao layout e às funcionalidades que ela apresenta, através de plugins. Esse tipo de plataforma é ideal para quem não dispõe de muitos recursos para investir, já que não são cobradas taxas ou licenças. Basta fazer o download e instalar o código.

Entretanto, se você não possui conhecimento técnico para fazer a instalação e a customização, pode sentir necessidade de contratar um profissional de TI ou uma agência digital para deixar a loja virtual pronta para operar. O que, talvez, gere os mesmos ou até mais custos que um outro tipo de plataforma, devido às insuficiências operacionais para a implantação e manutenção desse tipo de recurso. Arriscar fazer esse processo sem estar qualificado para isso pode deixar sua loja vulnerável a invasões, por exemplo. A hospedagem também fica por conta do lojista, que não vai poder contar com nenhum tipo de manutenção e suporte. Em relação ao custo-benefício, o lojista deve ponderar na hora da escolha.

Plataforma Proprietária

Ao contrário da Open Source, uma plataforma de e-commerce Proprietária requer a compra de um código-fonte desenvolvido por uma empresa ou um profissional. Geralmente, esse pagamento é feito no ato do contrato e renovado anualmente. Pagar pelo uso do código, entretanto, não exclui gastos com hospedagem e criação de layout, assim como não dispensa ajuda profissional na hora da configuração.

A Plataforma Proprietária se adapta à realidade de cada loja dentro do possível, possui alta capacidade de customização, gera inúmeras vantagens competitivas e apresenta soluções específicas para cada caso. Porém, antes de qualquer customização ou melhoria desejada, a empresa detentora do código precisa analisar a possibilidade para, depois, aprovar a solicitação do cliente. É válido mencionar que esse tipo de alteração tem um custo que fica a cargo do lojista.

Plataforma SaaS

SaaS é uma sigla para Software as a Service. Como o próprio nome já diz, é uma maneira de oferecer softwares e soluções tecnológicas como serviço, por meio da internet. Ela utiliza a computação em nuvem para criar a estrutura para lojas virtuais. Esse modelo é o atual queridinho dos lojistas, inclusive de gigantes como Spotify e Netflix. A plataforma de e-commerce SaaS costuma ter um preço atraente e tempo de implantação reduzido, já que utiliza um mesmo software para todos os clientes. O pagamento, em geral, é mensal e inclui manutenção e suporte. É um sistema seguro, pois somente desenvolvedores e parceiros podem acessar o código da plataforma. Um dos principais pontos negativos são as limitações encontradas na personalização, já que somente o proprietário do software consegue ter acesso ao back end.

Neste tipo de plataforma, a empresa não precisa contratar um suporte local, pois fica sob a responsabilidade do prestador de serviço, além disso, o próprio fornecedor da plataforma é incumbido por administrar as atualizações e os upgrades necessários, onde as falhas e os bugs são corrigidos frequentemente, trazendo mais segurança ao lojista. Uma outra vantagem é que como a plataforma é situada na nuvem, o acesso pode ser feito em qualquer dispositivo, seja qual for o momento e o lugar. 

Plataforma Própria

É possível criar uma plataforma de e-commerce do zero, com a ajuda de uma equipe de especialistas em TI. Essa opção dispensa o custo de aquisição e mensalidades, porém nem de longe é mais econômica por conta disso, justamente por causa da necessidade de recrutar profissionais. A vantagem desse tipo de plataforma é a possibilidade de desenvolvê-la exatamente como desejar. Porém, a responsabilidade da manutenção também fica a cargo de seu proprietário.

Como você pode perceber, a tarefa de escolher uma plataforma de e-commerce é uma das mais delicadas quando se decide criar uma loja virtual. Nosso conselho é que você busque a ajuda de uma agência digital especializada em e-commerce, como a M3. Assim, você poderá ficar tranquilo para focar em todas as outras decisões que vão tornar a sua loja única.

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