Saiba tudo o que rolou no Webinar “A transformação digital no varejo”

17 de JUL, 2020 por Maria Clara Herdy

Na terça-feira passada (14), aconteceu o Webinar “A transformação digital no varejo”, promovido pela Agência M3, em parceria com a Indeva by VTEX. Um bate-papo leve e impulsionador, que apresentou o cenário atual do varejo e a relevância do digital para o crescimento dos negócios. 

O evento contou com a participação de Pablo Ribeiro, Diretor Geral da M3, e Leonardo Santos, CEO e fundador da Indeva by VTEX. Confira, neste artigo, tudo o que rolou no Webinar e entenda a importância de você, lojista, não se limitar às paredes do físico e de investir no varejo digital.

Imagem A Transformação Digital no Varejo
Confira o que rolou no Webinar: A transformação digital no varejo.

Conheça os participantes

Antes de você ficar por dentro da pauta do Webinar, conheça um pouco melhor as figuras que comandaram o evento. 

Pablo é formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e possui MBA em Marketing. Está há mais de 6 anos no mercado trazendo soluções em performance digital através da implantação de e-commerces. Já participou, ativamente, em mais de 90 projetos de implementações de lojas virtuais. E, hoje, é responsável pela equipe de vendas e relacionamentos da M3.

Leonardo é formado em Administração de Empresas, com MBA em Gestão de Projetos pela FGV. É especialista no aumento de produtividade em vendas e gestão de equipes em lojas físicas. Além de ser apaixonado por Varejo, Tecnologia e Empreendedorismo. Leonardo é o CEO e fundador da Indeva, que oferece uma plataforma incrível de análise de performance de varejo, conectando o gestor e a sua equipe de vendas, de maneira inteligente, fácil, dinâmica e intuitiva. Recentemente, mais especificamente, em novembro de 2018, a Indeva foi adquirida pela VTEX, tornando-se uma unidade de negócio da multinacional.

O que rolou no Webinar?

Nesta cobertura do evento, vamos começar pelo final. Sim! É isso mesmo que você leu. A inversão da ordem será necessária porque partiremos da citação mencionada por Leonardo, durante as suas considerações finais: “Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”, frase do rapper Gabriel, o Pensador. Apesar dela ser destinada às pessoas, originalmente, também ilustra perfeitamente a importância das empresas sempre buscarem se reinventar, mas sem deixar de lado a sua essência e a sua autenticidade.

Quantas vezes projetos e investimentos são engavetados e protelados no meio corporativo? Incontáveis são as empresas que por N motivos acabam não acompanhando as novas demandas e tendências do mercado e que, por isso, vão ficando para trás em relação aos seus concorrentes. A transformação digital no varejo vem não só como uma excelente oportunidade de crescer, mas, também, como uma necessidade para não se apagar no mercado.

A pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) deixou ainda mais nítida a relevância das instituições não continuarem operando da mesma maneira. Se antes, o digital já estava presente na rotina de muitas pessoas de forma cada vez mais forte, agora, ele englobou aquelas que ainda tinham certas inseguranças e resistências, e se intensificou, aceleradamente, na vida das pessoas que já experimentavam a realidade de um cotidiano digital.

Novos hábitos, novos comportamentos e novas formas de consumo surgiram em resposta à pandemia e o consequente isolamento social. Logo, os consumidores já não são mais os mesmos. É importante evidenciar que as transformações sempre acompanharam a sociedade. Mas a principal diferença, agora, é que estamos falando de uma mudança que aconteceu de modo, extremamente, rápido, além de estar inserida num contexto sem precedentes.

A seguir, você saberá os principais pontos abordados durante o bate-papo entre o Pablo e o Leonardo.

Investir no varejo digital deixou de ser apenas uma opção

Impossível falar de transformação digital no varejo sem considerar os saltos que o mercado apresentou devido ao isolamento social ocasionado pela pandemia. Ele impulsionou muitos negócios ao varejo digital, já que não era possível continuar operando no físico por um período completamente desconhecido. Pablo comentou que presenciou diversos varejos físicos aderindo ao digital com grande rapidez, empresas que levariam cerca de cinco anos para implantar um e-commerce, fizeram o mesmo processo em apenas 30 dias, por causa da urgência de voltar a vender e gerar receita. 

Foi o caso de muitos negócios tanto B2C (Business to Consumer) quanto B2B (Business to Business), que já tinham o intuito de vender on-line, mas que andavam adiando o projeto, pois ainda não tinham compreendido, de fato, o potencial do mercado digital.

Em contrapartida, existem lojas que sentem-se inseguras em relação a este novo investimento e têm o receio de não terem o retorno que esperam. Além disso, outros empecilhos surgem em alguns casos, como a falta de capital para investir num e-commerce próprio, o medo do desconhecido e a impressão de que a empresa ainda não está preparada para este novo passo.

Sem dúvidas, são inúmeras indagações que podem surgir na mente de um lojista antes de viabilizarem a sua presença on-line, mas a realidade é que estar no digital deixou de ser uma tendência e uma opção, para se tornar uma necessidade. Mesmo sabendo que a pandemia vai passar e que o isolamento social já não será mais necessário, o consumidor nunca mais será o mesmo. Ele está muito mais inclinado ao varejo digital do que antes, até mesmo aquele que realizou a sua primeira compra on-line em tempos de pandemia.

Mesmo que você não comece através de um e-commerce próprio, opte por formatos menos custosos e mais simples, como vendas por WhatsApp, Facebook, Instagram ou, ainda, através de Marketplaces. O mais importante é que você comece a aumentar a sua presença no digital, ultrapassando o gerenciamento das suas redes sociais.

Adeus vendedores passivos

Os novos tempos também moveram o vendedor, que antes se comportava passivamente – esperando o cliente chegar à loja para atendê-lo e realizar uma venda – para um formato mais ativo, em que ele começa a abordar o consumidor em canais digitais, atraindo-o e começando a vender por ali mesmo. Esta tática já estava sendo utilizada por algumas marcas, mas, agora, sem dúvidas, o postura dos vendedores foi revolucionada de maneira geral.

Além disso, ferramentas, como a VTEX Social Selling, surgiram como uma forma de agregar neste relacionamento entre clientes e vendedores, possibilitando o compartilhamento de carrinhos via WhatsApp e transformando o papel do vendedor, mais uma vez, como uma espécie de agente de relacionamento. 

Isso sem mencionar, o crescimento de lojas virtuais que implementaram o sistema de código de vendedores, concedendo descontos e/ou frete grátis para os clientes que usassem o código durante o checkout. Consequentemente, os vendedores passaram a se sentir motivados a atrair um cliente e impulsionar uma venda para o e-commerce, com a garantia de serem comissionados por isso. Este recurso também já era uma tendência, no entanto, expandiu de maneira expressiva no contexto de pandemia.

Oportunidade diante de uma crise sem precedentes

Engana-se quem pensa que o varejo digital anula o físico. A ideia de que os dois formatos competem entre si já é passado. Ambos se complementam e tendem a potencializar as vendas, proporcionando uma experiência de compra ainda mais prática e completa aos consumidores. Esta estratégia é denominada Omnichannel e também é uma grande tendência do varejo. Afinal, o consumidor já é multicanal, ele transita entre os mais variados canais de uma marca – tanto físicos quanto digitais – até finalizar uma compra.

Inquestionavelmente, o varejo digital vem como uma gigante oportunidade diante da crise, para que os negócios não só resistam a este cenário, como, também, cresçam. Viabilizar o Omnichannel é a grande sacada tanto para quem já está inserido no mercado digital quanto para os lojistas que estão, apenas, no físico, mas perceberam a importância de se digitalizarem e, de fato, investirão nisso. 

O Ship From Store e o Pick Up Store, como o Leonardo citou, durante o bate-papo, estão diretamente relacionados ao Omnichannel, contribuindo, assim, para a sinergia dos dois formatos de varejo. A possibilidade de transformar as suas lojas físicas em pontos de distribuição e de dar a opção dos consumidores comprarem um produto no site e retirá-lo na loja física, tendem a proporcionar uma super experiência aos seus clientes. E, consequentemente, o número de vendas e de clientes fidelizados aumentará.

Como se preparar para este “novo” começo?

Com a abertura das lojas físicas, é importante que o varejista compreenda que tudo está diferente, nada voltará a ser como antes. Uma das maneiras de se preparar para esta retomada e proporcionar uma experiência ainda mais segura aos seus consumidores é através do Atendimento Agendado. A Indeva by VTEX, por exemplo, oferece um app para isso, permitindo que os seus clientes agendem suas visitas às lojas mais próximas, de forma totalmente segura e confiável. 

Todos nós sabemos que ainda há inúmeros desafios e muitas indefinições diante deste cenário, mas é essencial compreender que “reinvenção” não é, apenas, uma palavra bonita, e sim, a solução para os negócios. Mais do que ter esta percepção, é preciso torná-la uma realidade em sua loja. Lembre-se! “Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”. 

Deseja saber um pouco mais sobre o mercado digital? Entre em contato conosco! O M3 Squad é especialista em performance digital para e-commerces e em implantação de lojas virtuais. 

E não deixe de acompanhar os conteúdos e Webinars que produzimos. É uma excelente oportunidade para ficar de olho nas tendências do varejo digital e levar o seu negócio a um próximo nível. Vamos juntos!

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